Precisamos falar sobre brinquedos sem gênero e sua importância na infância

A divisão de gênero para os brinquedos é prejudicial? Apesar de ainda enfrentar resistência por parte de pessoas mais conservadoras, cada vez mais chega-se ao consenso de que a velha história de “panelinhas para meninas, carrinhos para meninos” não é boa para as crianças.

Em geral, o que observa-se é que os brinquedos associados às meninas as direcionam para papéis como dona de casa e mãe, enquanto meninos são estimulados a serem fortes e inteligentes. Mas como romper esse padrão?

O tema é abordado por Marília Lamas, autora do livro "De menina e de menino: gênero e infância", em matéria no site Não Me Kahlo: Acesse a matéria aqui

Da França, vem o exemplo positivo de uma rede de supermercados onde não são mais vendidos brinquedos com distinção de gênero. A ideia é as crianças tenham liberdade para escolher com o que querem brincar.

A matéria Rede de supermercado francesa aboliu distinção de gênero nos brinquedos traz mais detalhes sobre a iniciativa.

Nos Estados Unidos, uma escola retirou as placas de feminino e masculino dos banheiros das séries iniciais. A matéria apesar de parecer polêmica, foi apoiada pela comunidade escolar, incluindo os pais dos estudantes. A matéria Escola americana aboliu distinção de gênero nos banheiros do jardim de infância e do Ensino Fundamental do site Razões Para Acreditar conta melhor essa história.

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