Pedagogia da motivação: Como melhorar a aprendizagem em sala de aula

Um dos desafios diários enfrentados por professores é tornar suas aulas interessantes para os alunos. Atividades estimulantes e criativas são fundamentais não apenas para motivar os estudantes, mas são essenciais para que crianças e adolescentes realmente aprendam o conteúdo apresentado.

Por razões neurobiológicas, antes da idade adulta é mais difícil manter a concentração, especialmente em assuntos que não parecem relevantes. Para chamar a atenção em sala de aula, é necessário, por exemplo, contextualizar a informação de acordo com o dia a dia dos alunos e, assim, torná-lo significativo.

Especialistas alertam que para o processo de aprendizagem ser concluído, o estudante precisa continuar pensando a respeito do assunto, já que esse pensamento é reprocessado durante o sono. Na aula seguinte, é fundamental que o conteúdo seja retomado por meio de revisão do tema e outras atividades, já que existe um tempo biológico para que ocorra o aprendizado.

A matéria Pedagogia da Motivação, da Revista Neuro Educação, traz uma entrevista com a coordenadora do projeto NeuroEduca, da Universidade Federal de Minas Gerais. Leonor Bezerra Guerra aborda a importância do conhecimento da neurociência para profissionais da área da educação, entre outros temas.

Cada vez mais, são divulgados estudos demonstrando que a neurociência pode apontar possibilidades para uma educação com mais qualidade. Um desses exemplos é uma pesquisa realizada pela Faculdade de São Pública da Universidade de São Paulo. O levantamento revela conexões entre o funcionamento cerebral e o processo de aprendizagem escolar. Além disso, aponta que, com o estímulo apropriado, os educadores podem fazer os estudantes terem mais empenho para aprender.

Na reportagem Como a neurociência pode ajudar na educação em sala de aula, do site Pragmatismo Político, é possível conferir mais detalhes sobre a pesquisa realizada na USP.

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