Atividades extracurriculares na medida certa podem ser boa opção na infância

Com o retorno do ano letivo, também recomeça a preocupação dos pais e responsáveis em proporcionar novas atividades extracurriculares para a criançada. Inglês ou outra língua estrangeira? Natação ou judô? Quem sabe ginástica olímpica ou até mesmo aulas de teatro? As opções são muitas e, sem dúvida, constituem um ganho para os pequenos em famílias que têm condições financeiras para proporcionar esse tipo de atividade.

Além disso, são uma boa forma de ensinar desde cedo a administração do tempo, que será importante mais adiante, na vida acadêmica e no futuro profissional. Para evitar frustrações, o ideal é evitar que as atividades sejam iniciadas e interrompidas em um prazo muito curto de tempo. Para verificar se a criança gostará de determinado curso, o mais aconselhável é procurar por aulas experimentais, para que a própria criança possa perceber se realmente é o que ela tem vontade de fazer.

Com a aprovação do pequeno, agora é o momento de prestar atenção para que não haja uma sobrecarga e o que era para ser algo saudável e disciplinador, transforme-se em um problema na rotina infantil. Para isso, especialistas apontam a solução: observar o comportamento da criança. Ao sinais de cansaço, falta de interesse ou desânimo, é melhor retirá-la da atividade. Pior seria insistir e prejudicar o desempenho escolar e ainda haver o risco de estresse e ansiedade.

Saiba mais: A matéria Especialistas alertam que excesso de atividades pode ser prejudicial para saúde das crianças, do Jornal Extra, traz mais dicas sobre o assunto.

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